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DIVULGUEM - Associação Mineira de Hipertensão Pulmonar

23 setembro 2011

Umidade relativa do ar – como ela interfere na nossa saúde?

Imagem google
Tem dias em que fica difícil respirar, o nariz fica seco e algumas pessoas chegam a ter epistaxe (sangramento nasal). Os olhos ardem, a garganta fica raspando, parece que o ar esta pesado. Tudo isto esta relacionado com a temperatura, o vento e principalmente com a umidade do ar.

O impacto da baixa umidade relativa do ar na saúde, embora seja difícil de separar dos efeitos da poluição do ar e da temperatura, dada a inter relação que ocorre entre estas variáveis, depende de características individuais como a idade, a existência de patologias prévias e das condições de moradia, trabalho e tempo de exposição. As crianças e idosos são mais susceptíveis aos efeitos da baixa umidade. Mesmo entre os adultos, as pessoas com asma ou com outras doenças respiratórias podem apresentar desencadeamento de crises ou o agravamento da enfermidade.


Quando há uma queda na umidade relativa do ar, ocorre uma diminuição da hidratação das vias aéreas respiratórias. Ocorre, então, uma agressão as mucosas que revestem as fossas nasais e o trato respiratório como um todo. Essa desidratação nasal resulta na redução da frequência do batimento ciliar (aquela fina camada de cílios microscópicos da parte interna do nariz) e compromete a filtragem das partículas poluidoras, que entram no organismo e podem causar infecções respiratórias, intensificar crises de asma e até mesmo provocar lesões pulmonares.

Alem disso a poluição nas cidades aumentam favorecendo o aparecimento das doenças respiratórias e o envelhecimento precoce.



Sabe-se que a exposição à poluição acelera o envelhecimento por aumentar as substâncias oxidantes no organismo. Mas não é só isso. O monóxido de carbono causa lentidão dos reflexos e sonolência. O dióxido de nitrogênio pode agravar a asma e reduzir as funções do pulmão. O ozônio também causa inflamação nos pulmões, diminuindo a sua capacidade enquanto os particulados menores (com menos de 1/2.400 de uma polegada) podem se alojar nos alvéolos pulmonares e provocar enfermidades respiratórias e cardiovasculares. Além disso, a poeira pode criar alergias, irritação da vista e da garganta


Os valores idéias da umidade relativa do ar, apontados pela OMS – Organização Mundial de Saúde encontra-se na faixa de 40 a 70%.


É importante salientar que quando a umidade do ar estiver abaixo de 40%, algumas ações serão muito importantes para diminuir o desconforto causado pelo ar seco, dentre elas:


Consumir muita água;

Entre as 11h e 15h devem-se evitar exercícios físicos ao ar livre;

Proteger-se do sol em locais sombreados e áreas com vegetação;

Com o intuito de umidificar o ambiente, utilizar toalhas molhadas, recipientes com água (bacias, por exemplo), vaporizadores;

Umedecer os olhos e a mucosa nasal com soro fisiológico.


Referencias


1. INDRIUNAS, Alexandre. Como funciona a umidade do ar. Disponível em: http://www.laboratoriodefisica.com.br/questoes/Como%20funciona%20a%20umidade%20do%20ar.pdf

2. Portal são Francisco. Ar - respirar é preciso. Disponível em: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-poluicao-do-ar/poluicao-do-ar.php.

3. Prefeitura de São Paulo. Orientações com relação aos efeitos à saúde Da baixa umidade relativa do ar. Disponível em: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/Orientacoes_relacao_efeitos_saude_da_baixa_umidade_relativadoar_1259603956.pdf

2 comentários:

  1. Hola Clecilene,

    Hace mucho tiempo, por lo menos un año que no te veía postear y cuando veo que de nuevo estás por acá. He decidido darte una visita y siempre es un orgullo ver las soluciones que aportas en el terreno de la salud. Sigue así. Esa constancia tendrá su premio.

    Beijos dende Galiza.

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