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DIVULGUEM - Associação Mineira de Hipertensão Pulmonar

27 setembro 2011

Ulcera por pressão – conscientização para prevenção é a solução

O desenvolvimento de úlceras por pressão (UP) é um grave problema de enfermagem, pois, freqüentemente, é associado à má qualidade da assistência e exige uma grande demanda de tempo e dinheiro para tratamento das lesões, sobretudo quando a prevenção recebe menos atenção, quando não existem programas específicos voltados para esse problema.

O oxigênio é o “combustível” essencial para que as células possam ter garantido a vida e suas funções. Além dele, outros nutrientes fundamentais para o funcionamento adequado das células e tecidos, são conduzidos através dos vasos e capilares e distribuídos de forma a irrigar e alimentar essas estruturas. A manutenção da integridade e perfusão desses vasos é vital quando se deseja preservar as atividades celulares e teciduais em níveis fisiológicos normais.
As (UP) é uma área de lesão localizada da pele e nos tecidos adjacentes, causadas por pressão, tensão tangencial, fricção e/ou uma combinação destes fatores. [...] Custam e afetam milhões de pacientes, nos lares, nos centros de saúde, nas instituições hospitalares e, em particular, nas unidades de terapia intensiva (UTI). [...] A taxa de incidência e prevalência destas lesões é maior nas UTI.
A incidência de UP está estimada em 5% a 10% entre pacientes hospitalizados e 13% entre pacientes que estão em casas de assistência e 40% dos doentes internados em UTI desenvolvem UP nas duas primeiras semanas de hospitalização.
A UP é uma preocupação secular dos profissionais que prestam assistência a pacientes acamados, sendo sua prevenção e tratamento um desafio para a equipe de enfermagem por ser esta que mantém um maior contato com o paciente.
As localizações mais freqüentes das ulcera de pressão: “isquiática (16%), sacrococcígea (49%), trocantérica (11%), e calcânea (36%). Outras localizações incluem maléolos laterais (8%), cotovelos (9%), região occipital (1%), e região escapular (3%).




As úlceras por pressão possuem as seguintes classificações que verificam o comprometimento tecidual:
Estágio I – Presença de eritema cutâneo que não desaparece ao fim de 15 minutos de alívio da pressão. Apesar da integridade cutânea, já não está presente resposta capilar.
Estágio II – A derme, epiderme ou ambas estão destruídas. Podem observar-se flictenas e escoriações.
Estágio III – Ausência da pele, com lesão ou necrose do tecido subcutâneo, sem atingir a fascia muscular.
Estágio IV – Ausência total da pele com necrose do tecido subcutâneo ou lesão do músculo, osso ou estruturas de suporte (tendão, cápsula articular, etc.).

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