ALMAS ESPECIAIS

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DIVULGUEM - Associação Mineira de Hipertensão Pulmonar

14 maio 2012

ESCOLA E SOCIEDADE

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Entrevista: Professora AR da educação básica


De que maneira, em diferentes momentos, sua escola tem desempenhado seu papel na sociedade.

Tudo começa pela educação. Acho que desde cedo temos que ensinar nossos alunos a aprender, pois só assim eles serão capazes de caminhar. Gosto de ensinar sinto um prazer imenso quando consigo fazer um aluno que em outra turma era indisciplinado, mas que de repente começa a interessar-se pela leitura, pelos números e ate pelos desenhos. Então ele percebe que através do conhecimento ele é capaz de descobrir um mundo novo de possibilidades. Quando isto acontece percebo o quão é importante o papel da escola na sociedade.
Ao promovermos a educação contribuímos para a formação de cidadãos críticos, capazes de desempenhar, conscientemente, seu papel na sociedade e isto começa bem cedo. Por exemplo: uma criança de 04 anos que aprende que não devemos jogar lixo na rua, isto já é exercer a cidadania.
Outro ponto importante e a democratização – Aqui na escola os pais, alunos e comunidade são chamados a participar. Não só da destinação os valores monetários, mas também na escolha da direção da escola.

Promovemos a interação das famílias e da comunidade, através de feiras de cultura e festas, que possibilitam um momento de lazer e cultura tanto de dos pais quanto dos filhos.

Tudo que fazemos em prol do desenvolvimento do educando se reflete na família e aqui faço de tudo para que isto aconteça de forma construtiva/positiva.

Acredito que através do domínio do código científico e de suas linguagens que permitem ao cidadão não apenas interpretar a realidade, mas interagir com ela de forma consciente, crítica e produtiva, a escola é a mediadora das pessoas que possuem este conhecimento e as que desejam obtê-lo, se tornando nesse sentido uma forma de controle social, conforme as áreas de estudos, os conteúdos poderão ser conhecidos.

Redação - Clecilene Carvalho

21 abril 2012

ENCONTRAR-SE


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 Diante da vida... Parada, esperando-a começar.
Esqueceu-se de olhar-se nos olhos,
Não consegue encontrar-se.
Perdeu-se no emaranhado de sentimentos e ilusões.
Percorre labirintos vazios...
Não percebe a teia tecida pelas próprias escolhas.
SIGA!
Aproveite o sol que ilumina seu dia...
Sempre é tempo de dizer um sim para a vida.
Tem vezes que é preciso desnudar feito o outono...
E aproveitar o frio do inverno para aquecer-se,
E assim, lembrar-se que a primavera um dia chega.
Promova um encontro consigo e permita-se a magia
De conhecer-se... De encontrar-se... De amar-se. 

12 março 2012

O PRIMEIRO PASSO - Clecilene Carvalho

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Qual o seu tipo de amor?

Já parou para pensar, realmente, o porquê de amarmos esta e não aquela pessoa? Primeiramente escolhemos por atração, mas um relacionamento não sobrevive apenas dela. Precisamos, ao longo do tempo, construir um sentimento sólido... O tal amor. Ele acontece com o tempo e parte principalmente da admiração e do respeito que temos um pelo outro. Com o tempo descobrimos que não amamos um rosto bonito ou um corpo sarado... Amamos uma pessoa que até poderíamos chamar de “pessoa interior”. Amamos o que o outro representa para nós, amamos a companhia, a fala, a compreensão, o dialogo... Isso mesmo, precisamos de alguém, para uma vida toda, que goste de dialogar. Com o passar do tempo certas coisas que pareciam importantes, no inicio, ficam sem sentido. A receita, certa, do relacionamento perfeito é difícil, acho que ninguém sabe, caso contrário o divorcio não existiria... rsrsrsr

Tudo começa como um jardim belo e perfumado, daqueles cheios de orquídeas raras, porém desconhecido. E ai é que mora o perigo, pois quase sempre só conhecemos todas as flores ou espinhos, depois de certo tempo. O que fará a diferença é a forma como iremos lidar com as diferenças. O fato é que a paciência é uma árvore de frutos doces, mas de sementes amargas e de difícil manejo. 

Um dia aquela pessoa parece outra, você tenta conversar e nada, parece que você não existe e ai começam as indagações: O que fiz de errado? Onde foi que eu errei?

É difícil obter a resposta, muitas vezes é bem dolorido buscá-la. Até que você percebe que, nestes casos, ninguém erra ou faz ou deixa de fazer alguma coisa sozinha. A solução é bem mais difícil do que se pode imaginar, mas como costumam dizer: na vida existem dois tipos de problema – os que existem solução e os que não existem e assim sendo já estão solucionados. O problema é o primeiro passo e quem dará este. Bom seria ambos dar um passo em direção ao outro.

11 março 2012

AMAR-SE - Clecilene Carvalho

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Olho no rosto e vejo uma folha em branco
Sem alma... Sem canto... Sem acalanto.
Não conta nem tem história... Não lembra... Sem memória.
Não se perdoa... Não se doa... Só sente dor.
Esqueceu-se que viver vem da alma... Se aceitar trás calma...
O brilho que se exala vem no que sentimos...

06 março 2012

Agredeça o dom da vida!

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A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.

04 março 2012

Sorria - em todas as estações - Sorria!

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Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez.
Muitas das falhas da vida acontecem quando as pessoas não percebem o quão perto estão quando desistem.

20 fevereiro 2012

SOLIDÃO

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Por Fatima Irene Pinto
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar ou passear... isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar…
isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos…
isto é equilíbrio.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância.
Solidão é muito mais que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa alma.

18 fevereiro 2012

Poeta da vida

Por Clecilene Carvalho
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O poeta canta e chora palavras... Aquelas contidas no fundo da alma.
Em sua face tem montanhas, por onde sorriem e rolam estas palavras.
Seu coração tem todas as cores e em suas veias correm diversos sentimentos.
O poeta não apenas ama, vive nos amores.
O poeta não grita, nem cala... Silencia e assim fala em varias línguas.
O poeta não lamenta sua dor, ele canta em poesia.

13 fevereiro 2012

Autoconhecimento


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Dentro de mim há uma que sabe mais de mim que eu mesma.
San Augustín

03 fevereiro 2012

INSTITUTO BARESI


Nós acreditamos que o mundo deva ser justo e inclusivo; pois esta transformação será benéfica para toda a sociedade, não apenas para as pessoas com deficiência, com doenças raras e outros grupos de minoria.
Com base nesta certeza, o Instituto Baresi trabalha para melhorar a qualidade de vida destas pessoas e para ampliar o acesso a informações sobre suas necessidades especificas.
Nosso trabalho é norteado pelos princípios da ética, da inclusão, da acessibilidade e da cidadania.
Qualquer ação nossa deverá ser ética, ou seja, objetivar o bem de todos, prezando sempre pelos direitos humanos; atender todas as leis nacionais e ser transparente. Nossas ações são realizadas abertamente e nossos resultados publicados neste site.
Agimos de forma a facilitar a inclusão de todos na sociedade, levando informação aos grupos e associações bem como a escolas, locais de trabalho e espaços sociais.
Procuramos ampliar a acessibilidade, permitindo que todos tenham oportunidades de trabalho, educação, lazer e social. Acreditamos que todos devam ser parte da sociedade e desenvolver o melhor de suas habilidades. Acreditamos na construção coletiva destas oportunidades e sociedade.
Lutamos pelo conceito de cidadania para todos, garantindo direitos e participação na esfera pública.




30 janeiro 2012

Depois da pedra tem um caminho

Clecilene Carvalho
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Durante a caminhada, mesmo em momentos de tempestades, valorize cada momento. As pedras que aparecem servem para valorizamos a chegada.

26 janeiro 2012

FELICIDADE

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A felicidade está em saber de onde viemos e ter a certeza de onde queremos chegar... E chegarmos.

O que é felicidade para você?

21 janeiro 2012

PROMOÇÃO - CLIQUE NA IMAGEM

PARTICIPEM... Deixe uma dica sobre algum assunto relacionado a cuidar-se. Quem sabe sua deixa é escolhida para ser o assunto da 1º postagem do blog - CUIDAR-SE É FUNDAMENTAL. Tá bom!!! RSRSRSR O assunto escolhido vai ganhar um mimo (surpresa), que será enviado ao ganhador pelos correios. Quem tiver o assunto escolhido, será solicitado à enviar o endereço.
PS: Para participar é preciso ser membro blog!
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19 janeiro 2012

Albert Einstein

A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.

16 janeiro 2012

A ARTE DA DUVIDA E DA CRITICA


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A ARTE DA DUVIDA E DA CRITICA COMO técnicas e ferramentas psicológicas para gerenciar pensamentos, administrar emoções, resgatar a liderança do “eu".

O eu é mais sofisticado do que simplesmente pensar, ele é a consciência que pensa e que pode administrar ou gerenciar a construção de pensamentos. O eu é a consciência dos parâmetros intrahistóricos (contidos na memória) e extrapsíquicos. Sem o eu não teríamos a consciência dos parâmetros espaço-temporais e da realidade do mundo que somos (intrapsíquico) e em que estamos (extrapsíquico); sem o eu um segundo e a eternidade não teriam a menor diferença.

A qualidade do gerenciamento do eu sobre o mundo dos pensamentos e das emoções é que determinará a capacidade do homem como agente modificador da sua história intrapsíquica e social. A tendência natural do homem é ser vítima de suas misérias psíquicas.
Se o fluxo vital da energia psíquica não for conduzido para a produção de pensamentos e experiências emocionais saudáveis e enriquecedores, ele será conduzido inevitavelmente para a produção de experiências angustiantes, tensas, agressivas, autopunitivas.

A prevenção esta em usar a arte da duvida e da critica. Devemos criticar as idéias fixas e pensamentos perturbadores e angustiantes. Criticar cada idéia pertubadora em cada momento que ela se encerra para que seja possível re-editar o filme do inconsciente. Criticar a ansiedade pelo excesso de informações, e a necessidade excessiva de estar em evidencia social e profissional.
Permitir-se contemplar a verdadeira beleza da vida, cuidar, realmente, dos que nos são caros, separar o final de semana e curtir a família, os amigos. Amar-se para poder amar o outro, pois só cuidamos corretamente dos outros, quando aprendemos a cuidar de nós mesmos.
Quando aprendermos a exercer o gerenciamento do eu deixaremos de ser vitimas para nos tornarmos protagonistas da nossa historia.

08 janeiro 2012

AMANHECER

Clecilene Carvalho
                               Não tenho medo, acordo cedo,
Não faço promessas, não tenho pressa,
Pois, nada impede a flor de mostrar o belo.
Não deixo o vento levar o que quero,
Tenho calma e paz na alma,
Valorizo as flores do meu jardim.
Não guardo entulhos em mim,
Não sou gente triste que disfarça,
Não peço o que não posso oferecer.
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04 janeiro 2012

Fernando Sabino

Fernando Sabino

De tudo ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre começando,
A certeza de que é preciso continuar,
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar.
Portanto, devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo,
Da queda um passo de dança,
Do medo, uma escada,
Do sonho, uma ponte,
Da procura, um encontro”.

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23 dezembro 2011

DESEJOS - Carlos Drummond de Andrade



Desejo a vocês...

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Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.

22 dezembro 2011

ENCONTRO

Clecilene Carvalho
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Deixo meus gritos no papel,
Minha pele não me cabe mais,
Minha voz ficou muda.
Tenho sede do brilho nos olhos,
Quero o arrepio que revive a vida.
Vou acordar a sede que mora em mim.
Contemplarei o sol e aquecerei o
Frio que tomou conta do meu interior.
Buscarei meu coração que fora
Esquecido na ponta da caneta.
Tomarei posse do meu riso.

19 dezembro 2011

COLHEITA

Clecilene Carvalho
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Minha vida é uma canção...
Componho uma estrofe todos os dias,
Decido ser ou deixar que sejam.
Às vezes danço e perco o passo,
Outras vezes bailo com a música,
Flutuo e volto levemente ao chão.
Posso ser escuridão e luz que guia,
Decido entre o certo e o errado... Escolho,
A colheita que terei das plantações da minha vida.

04 dezembro 2011

“É impossível que a ansiedade desapareça, mas é possível impedir o seu triunfo.”

O campo de energia psíquica nunca encontra o equilíbrio estático e nem psicodinãmico.  O equilíbrio emocional não existe. O que não podemos admitir são flutuações intensas. A ansiedade vital estimula a criatividade, a procura e os sonhos. Porem a ansiedade doentia, exagerada, estressante bloqueia, faz a pessoa gravitar em volta dos estímulos estressantes, alteram o ritmo de construção dos pensamentos, elaborando idéias que geram intolerância, incoerência e reações explosivas.

 Tudo o que se encena no palco da mente provem de seus bastidores, da leitura da memória de áreas frequentemente inconscientes. Administrar a construção dos pensamentos e a transformação da energia emocional é realizar um gerenciamento, apesar de limitado, com consciência critica e maturidade; é viver a arte da duvida e da critica no processo de observação da realidade; é discutir consigo as mazelas e misérias do EU.

 É preciso aprender a usar técnicas para retomar o gerenciamento nos focos de tensão – DCD:

Duvidar do controle dos nossos pensamentos;
Criticar a passividade diante da emoção controladora;
Determinar – abrir o leque para produzir experiências saudáveis, encontrar estímulos.

 Assim o EU deixa de ser passivo e passa a atuar como gestor capaz de impedir o triunfo da ansiedade DOENTIA.

24 novembro 2011

UNICIDADE

Clecilene Carvalho
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Escuto o bater do meu coração,
Sinto o calor da minha respiração,  
Um arrepio queima minha pele,
Ouço o som do meu interior.
A solidão dói... Machuca sem cortes,
É fria e desfigura o rosto e o corpo,
Tem gosto amargo,
Não escuta nem fala... Maltrata.
 Mas não sou feita de dor,
Sou ser que escreve e os seus males espanta...
Sou sol que aquece... Sou lua que ilumina,
Sou céu azul... Sou nuvem... Sou chuva... 
Sou dia e noite.
Sou primavera, verão, outono e inverno.
Sou canto, silencio e alegria.
Sou uma... Sou muitas... Sou única.

19 novembro 2011

FÊNIX

Pensei que fosse borboleta, mas não quero viver apenas 24 horas... Sou Fénix, renasço e recomeço quantas vezes forem necessárias! Clecilene Carvalho

06 novembro 2011

VENTANIA

Clecilene Carvalho

O nosso amor podia ser... Nosso!
Mas o vento nos soprou para
Outra direção e tirou nossa canção.
Mas, meu pensamento estava em você.

Todo dia é inverno...
O nosso amor é outono, sem esperança.
Não tem brotos, morreu lagarta.
Não terá asas azuis e nem será fênix.

Mas quando um amor adormece,
Surge um novo amor, mais forte,
Capaz de iluminar e fazer florescer
Todas as flores da primavera.

Hoje sei bem o valor do vento.

03 novembro 2011

CORAÇÃO DE LEÃO

Clecilene Carvalho
Não  exija o amor que não tem para oferecer,
Não tente mostrar o que você não ver,
Feche os olhos do medo e abra o templo da luz,
O leão também sente medo,
Há dias de sol e outros de chuva,
Olhe e veja o que a vida tem de boa,
Não lamente, aumente as possibilidades de conquistar,
Para colher as farturas de uma boa colheita... Plante e cuide!

30 outubro 2011

LUZ - Clecilene Carvalho

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Quero cantar uma bela canção,
Transformar palavras em melodias,
Iluminar o dia já iluminado,
Tirar da alma o grito calado!

Vou perder o rumo da rua,
Encontrar nas curvas na alma,
O doce silêncio que acalma,
O coração e a aura.

Que semeiam corpos de luz,
No âmago das noites negras,
Que aquecem sem fagulhas,
Os corpos frios e as almas vazias.

25 outubro 2011

Ser feliz ou ter razão!!!???

Todos nós conhecemos pessoas que fazem absoluta questão de estar certas nos menores detalhes. Nós mesmos, muitas vezes, nos incluímos nesta categoria: não nos permitimos errar. Tudo que conseguimos com esta atitude é o pavor de seguir adiante - porque certos passos exigem decisões novas, cujos resultados desconhecemos. O medo de errar é a porta que nos tranca no castelo da mediocridade: se conseguirmos vencer este medo estamos dando um passo importante em direção à nossa liberdade. Paulo Coelho

21 outubro 2011

CONFÚCIO

"Diz-me e eu esquecerei: ensina-me eu aprenderei. Envolva-me e eu entenderei." CONFÚCIO

19 outubro 2011

Seja Simplesmente Você! Heloisa Amaral de Souza



Hoje, decidi fazer algo novo.
Decidi ouvir o som, abafado, do meu sussurro e entender que algumas coisas são inexplicáveis e permanecerão, para sempre imutáveis.
Meu coração rendeu-se ao silêncio, e pude perceber que há, também, muitas outras coisas que podem ser lançadas no mar do esquecimento, e, essa atitude, mudar, definitivamente... a história da minha vida.
Olhei-me, atentamente, pela primeira vez e vi-me como, realmente, sou...
Olhei-me sem hipocrisia...
Sem máscaras...Sem desculpas...
Desnudei-me de mim mesmo...
Meu coração guiou-me a um encontro
Com a minha Humanidade.
Pude perceber que tornar-me humana
Significa reconhecer que não sou perfeita,
Que sou passível de errar,
Que não preciso ter todas as respostas.
Percebi que tenho deficiências,
Áreas de sombra...
Desejos ocultos...
Fraquezas que não podem ser confessadas.
Rasguei-me, por dentro, ao confrontar-me
Com minha humanidade.
Percebi que viver no contexto da eternidade
Significa considerar-se infalível,
Ser cheio de arrogância,
Achar-se acima do bem e do mal.
Ser intolerante,
Julgar as pessoas por suas falhas...
Não ser compassivo...
Chegar ao extremo na busca pela perfeição.
Que alto preço a se pagar. Entretanto, não abro mão mais da minha humanidade.
Cometerei erros, terei decepções, sofrerei,
Mas, também, serei mais tolerante,
Menos arrogante...
Mais compreensivo...
E saberei amar, de uma maneira plena,
Livre de pré-conceitos e preconceitos...Essa será minha eterna busca:
Morrer para mim mesmo, e renascer, mais humano, a cada novo dia.

11 outubro 2011

RISCO DE INFECÇÃO RELACIONADO À PUNÇÃO DO CATETER VENOSO CENTRAL – UMA REVISÃO DA LITERATURA.

Clecilene Gomes Carvalho; Elizabeth Clemente Carvalho


RESUMO

O cateter venoso central é um dispositivo médico, muito usado no monitoramento dos pacientes em estado critico, na terapia intensiva. A utilização deste dispositivo expõe o paciente ao risco de infecção. A infecção da corrente sanguínea representa uma importante ameaça para o cliente e instituição, pois prolonga o tempo de internação, reduz a disponibilidade de leitos e aumenta os custos hospitalares, além de ser uma importante causa de morbimortalidade. Portanto o objetivo deste estudo foi identificar os riscos de infecção durante a punção do acesso central na terapia intensiva. A expectativa em busca destes conhecimentos pode resultar em opções imprescindíveis para o tratamento seguro e uma assistência de qualidade e humanizada ao cliente, bem como a necessidade de padronização da técnica de manuseio.

INTRODUÇÃO


A história da infecção hospitalar acompanha a história da própria medicina e para que se possam combatê-la é necessário conhecer e entender os princípios de como a mesma atua e sua forma de contágio (BELTRÃO, 2005).  As infecções hospitalares são as mais freqüentes e importantes complicações ocorridas em pacientes hospitalizados. No Brasil, estima-se que 5% a 15% dos pacientes internados contraem alguma infecção hospitalar.

Uma infecção hospitalar acresce, em média, 5 a 10 dias ao período de internação. Além disso, os gastos relacionados a procedimentos diagnósticos e terapêuticos da infecção hospitalar fazem com que o custo seja elevado (SBI, 2001). Assim, os profissionais da saúde devem buscar conhecimentos específicos e aprimoramento constante, no intuito de proporcionar uma excelência qualidade nos serviços que prestam à saúde, bem como contribuir para o combate das infecções.

As infecções nosocomiais são apontadas como uma maior causa de morbidade e mortalidade (JORGE, 2002). Vários fatores contribuem para a freqüência de infecções nosocomiais, os doentes internados estão freqüentemente imunodeprimidos, são submetidos a exames e terapêuticas invasivas, com isso estabelecem-se ações que podem desencadear procedimentos iatrogênicos, ou seja, infecções na corrente sanguínea, dependendo da forma de como são desenvolvidas durante os procedimentos realizados pelos profissionais, estes podem desencadear uma infecção (STORT et al, 2007).

Atualmente o Cateter venoso central (CVC) vem sendo usado cada vez mais nas atividades de cuidados com o cliente em terapia intensiva, os locais de escolha para a sua implantação são as veias jugular interna e externa, a subclávia e a femoral. Estes acessos vasculares são temporários ou provisórios, têm vida curta e estão sujeitos a um grande número de complicações locais e sistêmicas (PETRICIO, 2009)

Portanto o objetivo deste estudo foi identificar os riscos de infecção durante a punção do acesso central na terapia intensiva. A expectativa em busca destes conhecimentos pode resultar em opções imprescindíveis para o tratamento seguro e uma assistência de qualidade e humanizada ao cliente, bem como a necessidade de padronização da técnica de manuseio.

 METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, com o propósito de reunir o conhecimento existente sobre o risco de infecção relacionado à punção do cateter venoso central. Foram seguidos os seguintes passos: seleção dos recursos disponíveis (bases de dados bibliográficas); seleção de termos a utilizar na pesquisa foram: cateter venoso central, assepsia, infecção, risco. Em seguida foi realizada uma leitura dos títulos para confirmação da sua pertinência. A pesquisa foi feita em bases de dados bibliográficas on line (WEB, BAV, LILACS, SCIELO, BIREME. A pesquisa resultou na utilização de 13 que atenderam aos critérios previamente definidos.


RESULTADOS

       Os artigos utilizados no referencial apontaram dados relevantes que visam à prevenção da infecção do cateter venoso central. Sendo que 1 (6,7%) dos artigos relata que a infecção esta relacionada à gravidade da patologia do cliente, 5 (40%) apresentaram um foco alarmante relacionado aos profissionais de saúde por falta de assepsia das mãos, durante a punção e nas trocas de curativos, 2 (13,4%) indicam o aumento da morbimortalidade destes pacientes, 5 (34%) tiveram prolongamento da internação e aumentado o custo da assistência medica.

 DISCUSSÃO


A utilização do cateter é essencial para o cuidado do paciente hospitalizado, suas vantagens são indiscutíveis, na verificação da pressão venosa central, para administração de soluções, com hiperosmolaridade (nutrição parenteral), administração de drogas vasoativas quimioterápicos, inserção de marcapasso transvenoso, realização de hemodiálise e na dificuldade de acesso periférico (MARTINS et al, 2008).  Porém, podem existir complicações mecânicas ou infecciosas durante este procedimento, dentre as complicações mecânicas estão à formação de trombos, punção arterial acidental, pneumotórax, oclusão ou colapso do dispositivo, extravasamento de liquido, arritmias cardíacas, embolia gasosa, sangramento e formação de hematoma (FERREIRA et al, 2011). Em relação às complicações infecciosas são as sépticas, variando desde uma supuração local até uma infecção sistêmica. As infecções relacionadas ao acesso central são descrita como: celulite no sítio de inserção, tromboflebite, endocardite, bacteremia, sepse, endocardite, e infecções metastáticas, como osteomielite, endoftalmite, abscesso pulmonar.

A pele é a principal fonte de colonização e infecção de cateteres, os microorganismos existem na pele podem fazer parte da microbiota do paciente ou serem carregados pelas mãos dos profissionais de saúde até ele.

Os cateteres intravasculares estão relacionados com altos índices de infecções dentro das unidades de terapia intensiva, pode servir como fonte de infecção sanguínea. A contaminação pode acontecer da própria flora do paciente ao atravessar o exterior do cateter ou por contaminação de medicamentos, hemoderivados, soluções de nutrição parenteral ou por transmissão de infecção através das mãos dos profissionais de saúde que é um fator conhecido e de grande importância. Por isso é tão importante a conscientização por parte dos profissionais da necessidade de lavar corretamente as mãos com substância anti-séptica a base de iodo ou clororexedina antes de se iniciar qualquer procedimento invasivo, (BONVENTO, 2007; MARTINS et al, 2008). Fator de contaminação comprovado pelo referencial teórico que demonstrou que 40% dos artigos pesquisados relacionam a falta da correta lavagem das mãos a infecção hospitalar.

Os microrganismos mais comuns nas infecções relacionadas a cateter venoso central é o stafilococus coagulase negativo, são os mais freqüentes, principalmente em cliente imunocomprometidos e com cateterizacão prolongada. Os Staphylococus epidermidis multi-resistente, e Staphylococus aureus e fungos são muitos freqüentes nas infecções de cateter (MESIANO; MERCHAN-HAMANN, 2007; FERREIRA et al, 2011).  Durante a punção do acesso central o profissional de saúde deve-se trabalhar com conscientização na passagem do cateter, pois um procedimento sem técnicas assépticas leva a uma grave complicação para o cliente, Já ressaltamos que as mãos são o principal meio de infecção e devem ser lavadas com técnica adequada com anti-séptico PVP-I degermante ou clororexidina a 2% e a seguir usar paramentação completa gorro, máscara, capote, luvas estéreis, fazer a anti-sepsia com povidine-iodo a 10% ou clororexidina alcoólica em campo ampliado remover o excesso, com gás estéril, usar campos estéreis para passagem de cateter. Após a instalação do cateter, manter curativo oclusivo com gases seca ou curativo transparente, a vantagem do transparente é que permite a visualização do orifício de inserção, promove barreira contra sujidades e as trocas são menos freqüentes, uma vez que favorece a avaliação constante pelo profissional da saúde, e realizar a troca cada 24-48 horas e sempre que este se apresentar úmido, sujo, com presença de sangue ou secreções, realizar anti-sepsia com povidine-iodo ou clororexidina alcoólica em cada troca de curativo, após inspeção do local de Inserção, trocar a cada 72 horas, utilizar um equipo próprio e único para (NPT) nutrição parenteral, hemoderivados ou lipídios, que deve ser utilizado somente para esse fim e trocado a cada 24 horas (UNAMUNO et al, 2005; NASCIMENTO, 2009)

É consenso os benefícios decorrentes de se usar curativo com clororexidina, no entanto, o álcool a 70% e o PVPI alcoólico a 10% também conferem proteção contra infecção. Neste estudo, foi observada a falta de padronização de anti-séptico utilizado no local da punção, tanto no momento da instalação do cateter como nas trocas de curativos, na maioria das vezes era usado PVPI e, na ausência desses, era realizada limpeza com soro fisiológico (MESIANO; MERCHAN-HAMANN,2007).

O Ministério da Saúde recomenda uso de degermantes químicos no cuidado a pacientes críticos antes da realização de procedimentos invasivos, porque eles agem na microbiota da pele e não dependem da ação mecânica da escovação, diminuindo a agressão à pele dos profissionais de saúde. Além disso, a maioria das formulações químicas dos degermantes possui efeitos residuais e cumulativos local, retardando o processo de re-colonização, que vária de quatro a seis horas. Não há indicação de troca rotineira de cateteres venosos centrais, estas infecções podem ser prevenidas com medidas básicas de assepsia e a conscientização da equipe hospitalar sobre os riscos inerentes a estes procedimentos. A equipe de enfermagem, e responsável pela assistência em período integral, tem importante atuação na Prevenção e controle do risco de infecção por este sítio, os microrganismos vão desde um quadro inflamatório não associado à infecção até um quadro de septicemia, com comprometimento do estado geral do paciente, causando até a morte (MARTINS, et al, 2008).

Isso demonstra que além da preocupação com o cliente relativo ao seu prognóstico, deve-se observar que após uma infecção há um aumento na permanência deste paciente na unidade de terapia intensiva gerando custos de medicações e Monitorização invasiva. Por isso os treinamentos dos profissionais de enfermagem quemanipulam diariamente estes cateteres, e a existência de protocolos rigorosos de cuidados, têm possibilitado a redução nos riscos de complicações infecciosas (FERREIRA et al, 2011).

Segundo MONACHINI et al, 2004 a ocorrência das complicações está relacionada a erros técnicos, sendo que os mais comuns são as múltiplas tentativa de punção, o posicionamento inadequado do paciente e a realização de punção em situações de urgência, Por este motivo preconizou o uso de técnicas seldinger como descrita a seguir:



·         Paciente em decúbito dorsal horizontal com rotação lateral da cabeça para o lado oposto do procedimento

·         Paramentação do profissional com gorro mascara cirúrgica lavagem das mãos com escova e colocação de avental e luvas estéril;  

·         Assepsia da pele abrangendo a área extensa e colocação de campos estéril protegendo o local da punção. Se necessário sedar o paciente,

·         Infiltração da pele e plano profundo com lidocaína 2% sem vasoconstritor. Com a agulha da à anestesia, tentar localizar a veia a ser puncionada;

·         Punção da veia com agulha 18G de 8,0 cm, de comprimento mantendo – se pressão negativa no embolo da seringa. Quando houver refluxo de sangue, desconectar a seringa da agulha, introduzir o fio guia com a extremidade em “J”pela agulha por aproximadamente 20 cm existem conjuntos de cateteres cuja seringa dispõe de orifício central por onde se pode.

Introduzir o fio guia, sendo desnecessário desconectar- se da agulha. A introdução do fio guia deve ocorrer sem resistência, retirar a agulha metálica, mantendo o fio guia dentro da veia, dilatação do orifício da pele e da veia com dilatador próprio através do fio guia, colocação do cateter definitivo através do fio guia e retirada do mesmo.

·         A fixação do cateter com monofilamentado (nylon), seguindo-se as especificações do fabricante,

·         Curativo oclusivo sobre o local da punção,

·         Confirmação radiografia do posicionamento do cateter.

  Estima-se que metade dos pacientes admitidos em hospital recebe algum tipo de terapia, quer seja intravenosa ou procedimentos invasivos, sendo que a presença de infecções no sistema venoso profundo representa um forte potencial de complicações infecciosas (FERREIRA et al, 2011).

O diagnostico das infecções relacionada ao cateter e difícil porque nem todos os pacientes apresentam os sinais de inflamação no local de saída do cateter e quando os sinais estão presentes, a infecção só e confirmada apos a retirada do cateter colhido a ponta do cateter e três amostra de sangue enviado para laboratório.

Baseando-nos critérios laboratoriais e clínicos Considerou-se septicemia quando havia pelo menos duas culturas positivas para o mesmo microorganismo no sangue coletado através de punção do cateter e de veia periférica, associado à presença de sintomatologia sugestiva de infecção sistêmica, como febre e tremores persistentes (FERREIRA et al, 2011).

A Infecção da corrente sanguínea associada a inserção e manutenção de cateter venoso central e uma das mais graves complicações, o prolongamento a internação e aumento do custo da assistência medica, cada ano mais de 6000 pacientes desenvolve esta intercorrência nos Hospitais ingleses (TARDIVO et al, 2008).


CONCLUSÃO

Baseado nos resultados encontrados verificou que a utilização de padronização de assepsia das mãos, o treinamento dos profissionais de enfermagem que manipulam diariamente estes cateteres, e a existência de protocolos rigorosos de cuidados, reduz as infecções, e, por conseguinte diminui a mortalidade, o prolongamento da internação, gastos hospitalares e aumenta a disponibilidade de leitos.

Então as medidas que visam diminuir os riscos de infecção associada com a terapêutica por via venosa devem levar em conta a segurança do paciente e a relação custo-benefício.

 A educação continuada e a formação de equipes especializadas parecem ser uma maneira racional de prevenção dessas infecções. A elaboração de protocolos para a prevenção e o controle dessas infecções, deve fazer parte da rotina dos CTI.


Referências Bibliográficas

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FERREIRA, Maria V.F. et al.. Controle de infecção relacionada a cateter venoso central impregnado com antissépticos: revisão integrativa. Rev Esc Enferm USP, São Paulo, 2011; 45(4):1002-6 Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v45n4/v45n4a30.pdf.

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PETRÍCIO, Josie Lílian A utilização de cateteres venosos Central em pacientes da UTI adulto de um hopital de grande porte. CBEN, Fortaleza, 2009. Disponível em: http://www.abeneventos.com.br/anais_61cben/files/02519.pdf.

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UNAMUNO, Maria do Rosário Del Lama de et al . Uso de cateteres venosos totalmente implantados para nutrição parenteral: cuidados, tempo de permanência e ocorrência de complicações infecciosas. Rev. Nutr.,  Campinas,  v. 18,  n. 2, Apr.  2005.  Disponivel em: http://www.sciel

09 outubro 2011

PALAVRAS

Clecilene Carvalho
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Chegam machucando, causando amargura,
Marcam fundo, deixam cicatrizes.
Ferem em silêncio e no grito.
Também podem ser macias e doces.
Está por toda parte, preste atenção.
Podem ser frias e quentes,
Contaminar muita gente.
Às vezes vem de todas as direções,
Trazem luz e escuridão.
São ditas por acaso e por querer,
Seja como for estão por toda parte,
Curam, adoecem, trazem problemas e soluções.
É motivo de gênese e destruição.
Podem crucificar ou ser motivo de perdão.
É o bem e o mal.

Sonho

Clecilene Carvalho
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O inverno sonha sempre o mesmo sonho. O sonho de ver brotar uma rosa na neve... Sonha em ver a primavera.

06 outubro 2011

DOE ESPERANÇA – DOE VIDA – SEJA UM DOADOR DE MEDULA OSSEA

Imagem google

Constituída por tecido líquido-gelatinoso e encontrada no interior dos ossos longos e nas cavidades esponjosas de ossos, como por exemplo, os da bacia, a medula óssea produz os componentes do sangue, incluindo as hemácias ou células vermelhas, responsáveis pelo transporte do oxigênio na circulação. Os leucócitos ou células brancas, agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo, e as plaquetas, que atuam na coagulação do sangue.

As células encontradas no tecido medular são consideradas células progenitoras, ou seja, com capacidade para se diferenciarem e dar origem a qualquer célula do sangue periférico. São as chamadas stem cell ou células progenitoras/estaminais.

O transplante de medula óssea beneficia pacientes com produção anormal de células sanguíneas, geralmente causadas por algum tipo de câncer no sangue como leucemias e linfomas, além de portadores de aplasia medular, entre outras doenças.

Apesar de genericamente se falar de transplantação de medula óssea, de fato o que se faz é uma reinfusão ou transfusão no doente de células progenitoras retiradas da medula do doador. Estas células saudáveis vão substituir as células doentes e são responsáveis pela formação de novas células saudáveis. Mas para que o transplante tenha sucesso, as células saudáveis devem ser o mais compatível possível com as células do doente.

A compatibilidade entre irmãos é de aproximadamente 25 a 30% e entre as pessoas não aparentadas a chance de encontrar um doador é de 1 em 100.000. Por isso é tão importante realizar o cadastro para ser um doador, pois assim a chance de encontrar um doador ideal para os pacientes que precisam é maior.

Para ser doador é preciso ter entre 18 a 54 anos e ter boa saúde, ou seja, que não apresentem doenças, como as infecciosas ou hematológicas.

VOLTE SEMPRE

Leve-me com vc - Presente da Majoli